Governo de São Paulo destina R$ 2,7 milhões diários para obras em escolas ao longo de 41 meses
Nos últimos 41 meses, a administração paulista investiu, em média, R$ 2,7 milhões por dia, totalizando R$ 3,4 bilhões para finalizar 7.246 obras em escolas e creches espalhadas por 580 cidades do estado. Entre janeiro de 2023 e maio de 2026, esse valor representa um aumento de 36,6% em relação aos R$ 2,4 bilhões aplicados durante os oito anos das gestões anteriores (2015-2018 e 2019-2022). Além disso, o número de projetos concluídos subiu em 25,8%, passando de 5.758 entregas nesse mesmo intervalo.
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Para Fabricio Moura Moreira, presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), entidade encarregada da execução das obras da Secretaria da Educação (Seduc-SP), os resultados positivos são frutos de uma ampla reestruturação na gestão. Essa mudança inclui maior aproximação com as instituições de ensino, definição clara de projetos estratégicos, mapeamento e monitoramento sistemático das necessidades e redução dos custos nas contratações.
Moura atribui as entregas e os investimentos à liderança do governador Tarcísio de Freitas e do secretário da Educação Renato Feder, que buscam garantir um trabalho eficaz e focado na excelência operacional. “É fundamental que as obras sejam entregues com a qualidade estipulada nos contratos e dentro dos prazos acordados. Desde o início da nossa gestão na FDE temos nos empenhado nisso. Simultaneamente, precisamos gerar um impacto real na educação por meio da boa alocação dos recursos disponíveis. Essa abordagem tem feito a diferença ao realizarmos as obras mais significativas para nossas escolas”, afirma.
O presidente da FDE destaca ainda que os resultados expressivos se devem ao esforço coletivo de uma equipe comprometida com a educação. “Nada disso seria possível sem tecnologia. Nossa gestão é fundamentada em dados e informações precisas. Por isso, monitoramos cada obra detalhadamente para entender o que está acontecendo e intervir quando necessário”, explica.
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As intervenções foram realizadas em 3.614 escolas e incluíram melhorias como climatização, ampliação e adequação das salas de aula, além da construção de novas instituições educativas. Por exemplo, a Escola Estadual Alfredo Inácio Trindade, localizada na zona norte da capital paulista, recebeu R$ 1,9 milhão para reformar sua quadra esportiva e modernizar outros espaços como cozinha e áreas comuns. A diretora Marcia Mendes Vilas Boas comenta que essas melhorias transformaram a escola em um ambiente mais bonito e acolhedor. “É gratificante observar um investimento que realmente muda a rotina escolar e traz benefícios à aprendizagem”, ressalta.
Ela também menciona que após as reformas houve um aumento no comparecimento dos alunos às aulas. A diretora acredita que esse sucesso se deve à agilidade na execução dos serviços e ao suporte técnico recebido durante o processo. “Isso só foi possível porque trabalhamos rapidamente com eficiência e transparência, o que aumentou nossa assertividade e diminuiu a burocracia envolvida”, complementa.
Climatização
Em maio passado, a Secretaria da Educação iniciou a segunda fase do programa de climatização que beneficiará 446 escolas prioritariamente nas regiões mais quentes do estado. Até agora, já foram investidos aproximadamente R$ 400 milhões para climatizar um total de 1.056 unidades educacionais.
Com esta nova etapa das obras, espera-se que cerca de 1.500 escolas estaduais estejam climatizadas dentre as mais de cinco mil existentes no estado paulista. Este programa é uma das principais iniciativas de infraestrutura da atual gestão que assumiu em 2023 com apenas nove unidades completamente climatizadas na rede estadual. A segunda fase do projeto prevê um investimento adicional de R$ 170 milhões, totalizando R$ 570 milhões entre as duas etapas do programa.
Segundo o presidente da FDE, a climatização nas escolas estaduais exigiu uma força-tarefa significativa e já resultou na climatização de mais mil instituições no estado. “Estamos realizando diversas intervenções para melhorar todos os ambientes escolares. O programa de climatização demandou grande esforço organizacional por parte da FDE para assegurar uma infraestrutura elétrica adequada para os aparelhos de ar-condicionado instalados”, explica ele.
Fabricio também destaca o trabalho colaborativo entre diferentes secretarias estaduais: “Esse resultado é fruto do comprometimento não só da equipe técnica da FDE e da Secretaria da Educação mas também do firme desejo do governador Tarcísio de Freitas em garantir essas entregas”.
